Finanças

Que tipo de investidor você é?

A classificação de investidores CVM existe para ajustar o nível de proteção regulatória ao grau de experiência, capacidade financeira e acesso a informações. Na prática, a CVM organiza categorias que influenciam (i) quais produtos podem ser ofertados a determinados públicos e (ii) como funciona o dever de adequação do produto ao perfil do cliente, o […]

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A Sociedade de Byung-Chul Han e nossas finanças em 2025

Byung-Chul Han e finanças podem parecer, à primeira vista, uma combinação improvável. De um lado, filosofia contemporânea, crítica da cultura, reflexões sobre cansaço, excesso e sociedade digital. De outro, orçamento, consumo, crédito, poupança e tomada de decisão financeira. Mas basta observar a vida cotidiana para perceber que essa conexão é mais direta do que parece.

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Será que eu consigo sair das dívidas? Uma reflexão “em” Clóvis de Barros.

É lógico que eu não tive a oportunidade de conversar pessoalmente com o professor Clóvis de Barros. Ainda assim, confesso minha admiração pelo trabalho dele e, sobretudo, pelo entusiasmo com que ele provoca reflexão. Vou até racionalizar dizendo que os temas que ele discute são mais atrativos do que finanças comportamentais. Brincadeiras à parte, em

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Save More Tomorrow: como formar poupança com economia comportamental

Formar poupança costuma ser apresentado como um teste de força de vontade. A recomendação é conhecida: gastar menos do que ganha e guardar a diferença. O problema é que, na vida real, o desejo de consumo é imediato, os estímulos são constantes e a disciplina nem sempre aparece no momento certo. É justamente nesse ponto

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Smartphone e finanças: você está usando o celular ou ele está usando você?

Smartphone e finanças parecem temas separados, mas não são. O aparelho que carregamos no bolso não serve apenas para comunicação, trabalho e entretenimento. Ele também reorganiza nossa atenção, encurta o tempo entre desejo e ação, reduz o atrito nas compras e facilita decisões financeiras impulsivas. Em outras palavras, o smartphone não muda apenas o que

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Amor por contrato, a maldição social e suas finanças.

Numa sociedade hiperativa, informada e visível, não há tempo para contemplação. A pressa virou regra e o silêncio passou a parecer desperdício. Nesse cenário, a pedagogia do ver traz três tarefas fundamentais para educadores: ensinar a ler, ensinar a pensar e ensinar a falar. A meta, no fundo, é ensinar a ver. Ver não apenas

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Sua emoção interfere no preço dos serviços.

Dinheiro parece simples quando reduzido a números. Mas, na vida real, gastar não é apenas subtrair valores. Gastar envolve expectativa, urgência, comparação, sensação de justiça e, principalmente, emoção. É por isso que, mesmo quando o cálculo é fácil, a decisão pode ser estranha: fazemos escolhas que não combinam com aquilo que dizemos querer, como economizar,

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