Sua emoção interfere no preço dos serviços.
Dinheiro parece simples quando reduzido a números. Mas, na vida real, gastar não é apenas subtrair valores. Gastar envolve expectativa, urgência, comparação, sensação de justiça e, principalmente, emoção. É por isso que, mesmo quando o cálculo é fácil, a decisão pode ser estranha: fazemos escolhas que não combinam com aquilo que dizemos querer, como economizar,…
Você sabe usar o cartão de crédito?
O cartão de crédito parece um detalhe simples do dia a dia, mas ele muda a forma como decidimos e gastamos. Para o filósofo coreano Byung-Chul Han, nossa sociedade está pagando um preço pela preocupação crescente com informação (hiperinformação) e comunicação (hiperconectividade). Para Han, existe uma busca por mais informação sem que isso gere conhecimento…
Dinheiro nas férias: como pagar a viagem sem estragar o orçamento.
Dinheiro nas férias é um tema mais importante do que parece. Quando chega o fim do ano, as férias aparecem como promessa de descanso, recompensa e reconexão com a família. E, justamente por serem vistas como “merecimento”, elas podem virar um terreno fértil para decisões emocionais. O problema raramente é viajar. O problema costuma ser…
Cartão de crédito: observações do filme Delírios de Consumo.
Cartão de crédito é uma ferramenta simples na aparência, mas poderosa na prática. Para muita gente, ele facilita a vida, organiza pagamentos e dá conveniência. Para outras, ele vira um acelerador de impulsos e um atalho para dívidas. O filme Delírios de Consumo ajuda a enxergar esse contraste de forma leve, com humor, exageros e…
Orçamento familiar é com a Sra. Harris
Orçamento familiar não é apenas planilha, aplicativo ou caderno. É, antes de tudo, uma decisão repetida: priorizar o que importa e dizer não ao que seduz por impulso. É por isso que o filme Sra. Harris Vai a Paris (ambientado na Londres da década de 50) é um ótimo pretexto para falar de dinheiro, poupança…
Endividado ou inadimplente?
Endividado ou inadimplente não é a mesma coisa, embora muita gente use os termos como sinônimos. E essa confusão não é apenas linguística, ela altera decisões, muda o modo como a pessoa interpreta o próprio risco e, em alguns casos, atrasa o momento de agir. A diferença é simples, mas as consequências são grandes: endividamento…
Temporada de Balanços: o que fazer com tanta informação?
Temporada de balanço costuma ser um período de ansiedade para quem investe em ações. De repente, uma avalanche de números, relatórios, teleconferências, comentários de analistas e manchetes ocupa o espaço mental do investidor. A impressão é que, se você não ler tudo, ficará para trás. O problema é que ler tudo não garante entender. Em…
O que saber sobre o improvável.
Em fundamentos de Administração Financeira e Orçamentária, disciplina do curso de Administração, tenho desenvolvido com meus alunos não somente a apresentação de uma ferramenta definida pela literatura como Orçamento de Caixa, mas, mais do que isso demonstrar para os mesmos que, embora a equipe seja experiente é difícil quer a capacidade de prever todas as…
Que tipo de investidor você é? Melhor pedir ajuda?
Para a Comissão de valores Mobiliários – CVM os investidores devem ser agrupados em três grupos: (a) profissional, (b) qualificado e (c) de varejo, com o intuito de impedir que investidores que têm menos conhecimento do funcionamento do mercado financeiro e menor condição de lidar com “produtos” financeiros mais complexos adquiram em situação de desigualdade….
Cuidando das finanças pelo método Marie Kondo e a ausência das finanças comportamentais
Não existe um método ideal para que todos tenham sua independência financeira (pouco diferente de equilíbrio financeiro onde a renda é igual aos gastos). Considerando que configurações familiares são diferentes, você que tem acompanhado minhas postagens, já teve a oportunidade de conhecer um pouco sobre o método kakebo. Mas professor por que agora o método…